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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Colméias tornam-se estantes de Livros
A desnorteiação? O que é isso.
Para começar a dizer a verdade, vou descobrir o que é isso enquanto falo sobre essa coisa.
Acordei sem querer quando o despertador tocou na cozinha.Levantei no friu da quinta feira para dizer a verdade só pq a fachineira chegava as oito da manhã daquele dia. Voltei para a cama e resolvi abortar a missão de sair até o portão de casa e deixar aberto para a mulher da limpesa adentrar em meu humilde coviu.
Tive de levantar a pesar de não ter a vontade de faze-lo. Deixa pra la, poupem os ouvidos de quem nem quer saber o resto da postagem, tem tanta coisa melhor para ver na internet, não é mesmo... O YouTube com o KibeLoko o susseço da tarde intediada parte para a desiluzão de quem não tinha nada melo=horr para fazer, tipo eu que resolvi escrever uma postagem em plana manhã de quinta feira. Na MTV só tem o PC às 11 e num to a fim de ligar a TV agora, assistir Maisa no Carrocel animado. Ah é!! Desnoiteiação. é a palavra neolinguistica mais que me incomoda pela anhã, deve sentir desnorteiação todo dia. É quando seus sentidos esão fora do rumo normal das coisas; a cabeça gira, a palpitação culmina mas não leva ao infarte. Me lembrei que tenho que regar as fraldas de Bêbe la fora para criar os cogumeloss que vi na televisão. Não é uma critica, só não posso deixar de lado o momento imparcial da vida em que o VADE MECUM te espera sentado na ponta da mesa da cozinha no Artigo 312 do Código Penal. Tem muita coisa para rolar ainda. Despois de descobrir que uma alemãzinha disse ter criado um novo nome para plágio literário, chama-se mixação da Linguagem literária. Isso é quando a pessoa esta tão Desnorteiada que resolve copiar e colar de outras obras dizendo que isso seria um novo tipo de originalidade. Originalidade minha filha é ir ao banheiro para o número 2 e descobrir que a fachineira não deixou o rolo de papel no lugar depois que lavou o banheiro de casa!!! (Essa ja éra... preciso de tempo para pensar em originalidade. Mas é melhor deixar por isso mesmo.
Desnorteiação, é receber @mentioons e não responder para quem enviou a mensagem, tudo bem as vezes a pessoas ta fora do Twitter e precisa correr para o banheiro sem uma certeza de quanto tempo vai demorar. Desnorteiação é ver seu computador acambando a bateria e esperar chegar no 7% e deixar até acabar as luzes do pc. Mas vou deixar pra la, precisava escrever um pouco para ter ideia para a próxima postagem. Caixas de Abelha e estante para Livros.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Editora tera de retirar seus Livros para correção gramatical
Os representantes da Editora Ética, empresa que vendeu livros com erros ortográficos e de conteúdo tido como racistas pelo movimento negro local, estiveram em Londrina na manhã desta quarta-feira (13) para prestar esclarecimentos. O procurador jurídico da editora, Antonio Victor Leal, propôs que o livro seja reeditado, assessorado por integrantes dos movimentos étnicos do município, e que todo o processo de republicação e redistribuição seja pago pela Ética.
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Ele afirmou que a editora refuta a ideia de que o material seja racista, mas confirma que existem erros ortográficos e "conceituais". No último dia 6, o Ministério Público pediu à Secretaria Municipal de Educação que recolhesse os 13.500 exemplares da coleção "Vivenciando a Cultura Afro-brasileira e Indígena", com a alegação de que o conteúdo era preconceituoso. O material foi comprado por R$ 600 mil e havia sido distribuído às escolas municipais, por causa da lei que obriga o ensino de cultura afro-brasileira e indígena em sala de aula.
Os livros seriam usados pelos 2.800 professores da rede municipal nas aulas, mas o material não foi considerado adequado. Em uma coletiva no último dia 8, a secretária municipal da Educação, Karen Sabec Viana, disse que os livros haviam sido trocados. O município tinha pedido a coleção "História e Cultura Afro-brasileira e Indígena" e chegou a "Vivenciando a Cultura Afro-brasileira e Indígena".
O assessor jurídico da Editora Ética, Antonio Victor Leal, afimou que existe a possibilidade de que o vendedor tenha se equivocado e tenha pedido os livros errados. Ele garantiu que uma investigação interna está sendo realizada para apurar o possível engano e que todos serão avisados do resultado da sindicância. Ele não soube dizer se a Secretaria Municipal de Educação fez uma análise do livro, assim como Karen Sabec Viana não conseguiu explicar o porquê de ninguém ter percebido o erro no momento da chegada dos exemplares.
Leal disse que o conteúdo de ambas as coleções é parecido, mas o "História e Cultura Afro-brasileira e Indígena" tem uma abordagem mais regional, focada na cultura nordestina. O material já foi vendido para municípios de estados como o Maranhão, Goiás, Piauí e Tocantins. Já o "Vivenciando a Cultura Afro-brasileira e Indígena", que trata do tema de maneira geral, foi comprado por cerca de 40 municípios em todo o Brasil, mas os livros nunca tinham sido avaliados como racistas.
A pedagoga e consultora técnica da Editora Ética, Jacy Ribeiro de Proença, disse que os erros ortográficos dos livros já haviam sido comunicados e que as novas edições já saíriam corrigidas. Ela acredita os conteúdos chamados de preconceituosos são diferenças conceituais e que existem tipos de abordagens que são chocantes, mas não pôde negar que o material precisa ser reformulado.
"São formas didáticas e possíveis de se abordar a temática. Eu particularmente parto do presuposto que pra gente ajudar na construção de identidade positiva da população negra e indígena, necessariamente não precisamos utilizar inclusive de imagens que submetam essa população a uma condição de subalternidade e humilhação", comentou.
Os livros ainda apresentavam citações da Wikipedia, enciclopédia virtual que não tem credibilidade para pesquisas oficias. A pedagoga disse que a consulta na internet vem sendo usada cada vez mais para pesquisas e afirmou que os autores dos livros são pessoas de credibilidade, alguns professores universitários, atuantes no movimento negro e indígena.
Jacy deve comandar o grupo de reedição do livro se a prefeitura decidir aceitar a proposta da editora. Ela disse que a parte de conteúdo e gramatical pode ser arrumada em até 10 dias se o grupo trabalhar com dedicação exclusiva. Caso a Secretaria Municipal de Educação não quiser os livros corrigidos, a editora disse que devolverá o dinheiro, mas não crê nessa hipótese.











